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Política

Carreras talvez não ache sigla sem dono


Por: REDAÇÃO Portal

Coluna Fogo Cruzado – 3 de setembro de 2019

Coluna Fogo Cruzado – 3 de setembro de 2019

Foto: Agência Câmara

02/09/2019
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O deputado Felipe Carreras considerou mais grave que a própria expulsão (que não ocorreu) a pena que lhe foi imposta pelo comando nacional do PSB: suspensão das atividades partidárias por 1 ano por ter votado a favor da reforma previdenciária. Isto equivale a uma “expulsão branca”, diz ele, pois implica impor-lhe mordaça e cassar-lhe a autonomia para o exercício do mandato. Carreras afirma também não ser um militante político qualquer. Filiou-se ao PSB há 23 anos e após ter a ficha abonada por Miguel Arraes trabalhou nos governos dele, de Eduardo Campos, de Geraldo Júlio e de Paulo Câmara. Por isso define o atual presidente do partido, Carlos Siqueira, como “gambiarra mal feita” e sem “dimensão política” para comandá-lo. E já está de malas prontas para desembarcar em outro partido que seja ao mesmo tempo “de esquerda”, de oposição ao governo Bolsonaro e onde não impere o caciquismo. “De esquerda” e de oposição a Bolsonaro, sem problema. Agora, encontrar partido sem “cacique” e sem “dono”, só se for no Paraguai ou na Argentina que têm partidos centenários. No Brasil, fora de cogitação. Além disso, deve ir se preparando para comprar nova briga com Siqueira, que promete ir à Justiça pedir o mandato de volta se a troca de partido consumar-se. 

Inchaço do PSB

O PSB “inchou” em 2012 quando decidiu que lançaria, dois anos depois, a candidatura de Eduardo Campos a presidente da República. Foi naquela ocasião que se filiou ao partido a deputada ruralista Teresa Cristina (MS), hoje ministra da Agricultura do governo Bolsonaro. Ela chegou, inclusive, a liderar a bancada na Câmara Federal.

Visita política

Próxima quinta, assim que encerrar sua nova visita a Garanhuns (a 5ª este ano), Paulo Câmara irá a Belo Jardim para fazer uma “visita política” ao ex-deputado Cintra Galvão (sem partido). Cintra ficou no grupo político do ex-senador Armando Monteiro durante mais de 20 anos. Mas recentemente rompeu com ele e também com o PTB.

Primeiro mundo

Após presidir a Câmara de Sairé em duas ocasiões, o ex-vereador Josivan Azevedo (PSB) aguarda convite do prefeito Fernando Pergentino (PSB) para ser o candidato do governo à sucessão municipal. Sairé, com pouco mais de 10 mil habitantes, destaca-se em Pernambuco pela produção de laranjas e por ter um aterro sanitário de 1º mundo.

Parece piada

Excluir Garanhuns do “mapa do turismo” de Pernambuco e ao mesmo tempo incluir Jataúba parece piada de mau gosto. E é. Garanhuns tem clima europeu, rede hoteleira consolidada e pontos turísticos nacionalmente conhecidos, como o Relógio das Flores. Já Jataúba, com todo respeito, é conhecida como a “terra da calcinha”. E só.   
 
Uma coisa só

O deputado Daniel Coelho, lider do Cidadania na Câmara Federal, não vê hoje mais nenhuma diferença entre PSB e PT. “É tudo uma coisa só”, garante, citando como exemplo o fato de Paulo Câmara ter aberto as portas do Palácio, sábado passado, para oferecer um almoço a Fernando Haddad que estava de passagem pelo Recife. 

Palanque único

Os partidos que apoiaram a candidatura de Armando Monteiro (PTB) ao governo estadual estão conversando entre si para ver se é possível o lançamento de candidato único às prefeituras do Recife, Olinda, Jaboatão, Cabo, Caruaru e Petrolina. A ideia é partirem todos, juntos, para cima do atual governo, logo no 1º turno.

De jeito nenhum

O prefeito de Limoeiro, João Luiz (PSB), conhecido na cidade como “Joãozinho”, postou ontem um vídeo nas redes sociais negando ter agredido uma mulher que lhe fora cobrar taxa de estacionamento. Diz ser casado há 30 anos e seguidor dos ensinamentos do imortal Capiba segundo os quais, “em mulher, não se bate nem com uma flor”.        
 

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