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Política

Diogo Moraes cobra solução para o pessoal do transporte alternativo


Por: REDAÇÃO Portal

Profissionais poderão ser penalizados com a mudança no artigo 231 do Código de Trânsito Brasileiro

 Profissionais poderão ser penalizados com a mudança no artigo 231 do Código de Trânsito Brasileiro
03/09/2019
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O deputado Diogo Moraes (PSB) cobrou solução nesta terça-feira (3) para os problemas que são enfrentados pelos profissionais que trabalham com o transporte alternativo, que poderão ser penalizados com a mudança no artigo 231 do Código de Trânsito Brasileiro. 

No último dia 9 de julho, o presidente Jair Bolsonaro sancionou lei aprovada pelo Congresso determinando que o transporte alternativo irregular passe a ser considerado como “infração gravíssima”, com multa e perda de sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação. Ela passa a vigorar no dia 9 de outubro. 

Em seu discurso na Assembleia Legislativa, Moraes se mostrou preocupado com a situação desta categoria, que é responsável, disse ele, “por boa parte do transporte de pessoas no interior do Estado, em especial na região Agreste”. 

De acordo com o parlamentar, essa proibição terá um grande impacto na vida desses profissionais e na economia de inúmeras cidades. 

“Essa decisão, tomada por quem não conhece a realidade das cidades do interior do nosso país, vai interferir diretamente no dia a dia de muitos pernambucanos, na medida em que pode mexer no emprego de milhares de motoristas de vans e toyotas do nosso Estado”, disse o parlamentar. 

“Vou falar um pouco dos toyoteiros do Agreste. Esse povo guerreiro que transporta todos os dias inúmeras pessoas para o seu  trabalhos, para a sua escola e sua faculdade. Se não fossem eles, a região do Agreste hoje não seria tão desenvolvida como é. É por causa do trabalho e suor dessa categoria, que todos os dias saem cedo de casa para transportar pessoas, que nossa região cresce cada vez mais”, afirmou.

O deputado disse também que o Governo do Estado instituiu uma “comissão interdisciplinar” para promover estudos, propostas e encaminhamentos referentes à regulamentação do transporte intermunicipal de passageiros. O trabalho já foi iniciado e terá duração de quatro meses. 

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