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Política

À frente do PT em sua hora mais difícil


Por: REDAÇÃO Portal

Coluna Fogo Cruzado – 17 de setembro de 2019

Coluna Fogo Cruzado – 17 de setembro de 2019

Foto: Divulgação

17/10/2019
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A corrente majoritária do PT pernambucano - “Construindo um novo Brasil” - reafirmou ontem numa coletiva de imprensa a candidatura do deputado Doriel Barros ao cargo de presidente. A eleição está marcada para os dias 19 e 20 de outubro, data da convenção regional. Já a facção liderada pelas deputadas Marília Arraes e Teresa Leitão mantém o apoio ao atual presidente, Glaucus Lima, que assumiu após a renúncia do advogado Bruno Ribeiro. Há um terceiro candidato inscrito, José de Oliveira, da tendência “Resistência Socialista”, mas sem chance de êxito. A disputa se dará entre Doriel e Glaucus, que representam as forças sociais mais expressivas do partido. Doriel se apresenta com o apoio do senador Humberto Costa, do deputado federal Carlos Veras, da deputada estadual Dulcicleide Amorim, do vereador (e ex-prefeito) João da Costa, do secretário de Agricultura Dilson Peixoto, do presidente do IPA Odacy Amorim e do secretário de saneamento da Prefeitura do Recife, Oscar Barreto. É inquestionavelmente o candidato favorito com a difícil missão de dirigir o PT pernambucano após a queda de Dilma Rousseff e a prisão do ex-presidente Lula.  

Deixa Ciro pra lá!

Da deputada Luizianne Lins (PT-CE), que foi prefeita de Fortaleza quando João Paulo era do Recife, sobre os freqüentes ataques de Ciro Gomes a Lula e ao PT: “Ninguém merece ser detonado, dia após dia, pelo clã Ferreira Gomes. Um dia fala mal do Lula, outro esculhamba o PT. Não precisamos de aliança com essa gente”.

Meia aprovação

Com base em estudo atuarial, o prefeito de Floresta, Ricardo Ferraz (PRP), enviou à Câmara Municipal um projeto de reforma previdenciária elevando de 11% para 13,5%
a contribuição dos servidores, e de 13% para 17% a contribuição patronal. Os vereadores aprovaram o reajuste patronal e rejeitaram o dos servidores.

Reforma caótica

Esse caso de Floresta é emblemático para exemplificar o que ocorrerá no Brasil se estados e municípios forem excluídos da reforma previdenciária, que abrange até agora apenas os servidores públicos federais. Se cada um dos 27 estados e 5.565 municípios tiver que fazer sua própria reforma, a federação se transformará num caos.

Caixa quebrado 

O prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (sem partido), disse ontem no Recife que sua cidade não vê a cor dos recursos do FEM desde 2014. E está convencido de que Paulo Câmara deveria extinguir logo este Fundo por não dispor de recursos para sustentá-lo. O governo insiste em mantê-lo e por isso é cobrado todos os dias.    

Natal de luz

Este ano, o Natal de Garanhuns terá início no dia 8/11 e só se encerrará no final de dezembro. Durante a programação, afirma o prefeito Izaías Régis (PTB), a cidade será visitada por 1 milhão de turistas. “Conheço o Natal de Gramado (RS), o de Nova York e o de Paris. E nenhum deles é maior que o nosso”, garante. 

Obra inacabada

Luciano Duque (sem partido), prefeito de Serra Talhada, vai aproveitar a viagem que fará hoje ao DF para saber do governo federal se há alguma verba prevista no OGU para concluir o aeroporto de sua cidade. A obra foi dada como “quase pronta” pelo deputado Sebastião Oliveira (PL). Mas, segundo Duque, “está abandonada”.   

Acima dos partidos

Deputados do PSB e do PDT que votaram a favor da reforma previdenciária, contrariando à orientação de seus partidos, estão criando na Câmara Federal o “Grupo Parlamentar Suprapartidário”. Felipe Rigoni (PSB-ES) e Tábata Amaral (PDT-SP) estão à frente do GPS, que deverá contar também com Felipe Carreras (PSB-PE).        

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