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Política

Governadores debatem em Brasília pauta de interesse da Federação


Por: REDAÇÃO Portal

Paulo Câmara falou durante VII Fórum Nacional de Governadores

Paulo Câmara falou durante VII Fórum Nacional de Governadores

Foto: Agência Brasil

08/10/2019
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Os principais projetos de interesse da Federação, que ora tramitam no Congresso Nacional, foram debatidos nesta terça-feira (8), em Brasília, durante o VII Fórum Nacional de Governadores. 

O governador de Pernambuco, Paulo Câmara, disse na ocasião que os gestores estaduais devem estar alerta para dois assuntos: a cessão onerosa do pré-sal, estimada em R$ 106 bilhões, e o  chamada “Plano Mansueto” que trata do endividamento dos estados. 

“Sobre a cessão onerosa, temos que estar em alerta, pois é o único recurso que ainda pode ser disponibilizado, este ano, para os estados e municípios”, disse o governador.

“Com relação ao ‘Plano Mansueto’, que ainda está no Congresso Nacional, é mais um ponto fundamental para a gente encerrar 2019 com as nossa pauta federativa resolvida”, disse o governador.
 
Ao longo da reunião, os governadores voltaram a defender a prorrogação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) e a ampliação da parte da União no seu financiamento, além da adoção de medidas que contribuam para o fortalecimento do combate à violência nos Estados.

A questão do Fundeb foi consolidada, ao final do Fórum, numa carta aberta, subscrita por todos os governadores, na qual o grupo alerta para a “imprescindibilidade de tornar o fundo permanente e a necessidade imperativa de ampliar os recursos da União para que, assim, possa manter-se o principal instrumento de redução das desigualdades educacionais”.

“O Governo Federal precisa ter uma participação mais efetiva na educação, através do Fundeb. Além de continuar, ele precisa de uma nova modelagem que garanta um maior aporte da União, construindo as bases necessárias para avançarmos mais na área”, disse Paulo Câmara. 

“Já na segurança, é preciso termos um olhar estratégico e integrado para combater a violência. Esse é o debate que, incluindo o reforço nas ações voltadas à prevenção, precisa ser aprofundado”, afirmou.

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