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Política

Moro defende o novo Coaf mas não faz a mesma coisa com a Lei de Abuso


Por: REDAÇÃO Portal

Conselho sairá da esfera do Ministério da Fazenda e passará para o controle do Banco Central

Conselho sairá da esfera do Ministério da Fazenda e passará para o controle do Banco Central

Foto: Agência Brasil

20/08/2019
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O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, negou nesta terça-feira (20) que a reestruturação do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) feita por Medida Provisória tenha por finalidade esvaziá-lo e deixá-lo vulnerável a pressões políticas

De acordo com Medida Provisória assinada pelo presidente Jair Bolsonaro, o Coaf sai da esfera do Ministério da Fazenda e passa para o controle do Banco Central com o nome de “Unidade de Inteligência Financeira”.

A mudança foi criticada por servidores de vários ministérios, mas, segundo Sérgio Moro, “há uma série de receios a meu ver infundados em relação a essa MP”.

“Foi dada uma boa formatação a Unidade de Inteligência Financeira”, disse o ministro da Justiça, o qual, no entanto, não fez nenhuma defesa do Projeto de Lei de Abuso de Autoridade que depende da sanção do presidente da República.   

“O Coaf vai continuar realizando seu trabalho de inteligência com independência e autonomia, embora agora vinculado ao Banco Central. Faço essa referência porque tenho visto algumas manifestações um pouco equivocadas sobre o tema”, disse o ex-juiz da Lava Jato.

Em sai nova estrutura, o presidente do Coaf, Roberto Leonel, indicado por Moro, foi substituído por Ricardo Liáo, indicado pelo ministro Paulo Guedes (Economia) e o presidente do BC, Roberto Campos Neto.

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