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Prefeitura do Recife abre Rua da Moeda para pedestres


Por: REDAÇÃO Portal

Existe também a possibilidade da histórica Rua do Bom Jesus também ser aberta

Existe também a possibilidade da histórica Rua do Bom Jesus também ser aberta

Foto: Andrea Rêgo Barros/PCR

03/10/2019
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Inspirada no bom exemplo da Avenida Rio Branco, a Prefeitura do Recife decidiu abrir também para pedestres a Rua da Moeda, no tradicional bairro do Recife. E estuda a possibilidade de abrir ainda a histórica Rua do Bom Jesus, também conhecida como Rua dos Judeus. Foi o que informou hoje (2) a assessoria do prefeito Geraldo Júlio (PSB).

A decisão de abrir a Rua da Moeda foi tomada após uma consulta popular realizada por meio da plataforma Colab, com cerca de duas mil pessoas que circulam e trabalham nas imediações.

O estudo aponta que a maioria das pessoas não utiliza carro para deslocar-se ao trabalho ou para assistir a shows. O Instituto Pelópidas da Silveira também realizou estudo do impacto para o fechamento da via, apontando baixo impacto na circulação de veículos na região. 

O objetivo é priorizar a circulação de pedestres e ciclistas nessas ruas, que já são grandes pólos de interesse comercial e cultural.

A pedestrianização da rua da Moeda faz parte de um projeto mais amplo de modernização e humanização do bairro do Recife, que inclui o embutimento da fiação elétrica. Neste primeiro momento, o acesso de veículos à via será bloqueado por meio de obstáculos urbanos e sinalização até a realização das obras complementares.

A ação foi discutida com os comerciantes da via, que aprovaram na sua totalidade a decisão. O mesmo processo de consulta aos estabelecimentos faz parte dos estudos para a pedestrianização da Rua do Bom Jesus, ainda em andamento.

Em dezembro de 2017, a avenida Rio Branco foi definitivamente aberta para as pessoas, com a conclusão das obras de pedestrianização da via.  Toda a avenida  foi nivelada com as calçadas, deixando 8,8 metros de largura adequados para a circulação de pessoas, em toda a extensão da via, do Marco Zero à Ponte Buarque de Macedo. 

O principal revestimento utilizado na obra foi o granítico, mesmo do Marco Zero. Toda a fiação da avenida, telefônica e de energia, foi embutida. As obras foram executadas pelo Governo do Estado, com investimento de R$ 5,5 milhões, recursos vindos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

O boulevard recebeu 18 bancos e a mesma quantidade de lixeiras. Tudo em madeira e liga de aço. Além do mobiliário, foram instalados também quatro quiosques e uma banca de revista padronizados. Os espaços foram ocupados pelos comerciantes que já atuavam na via. 

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