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Uma fé inabalável na batuta do capitão


Por: REDAÇÃO Portal

Coluna Fogo Cruzado – 8 de agosto de 2019

Coluna Fogo Cruzado – 8 de agosto de 2019

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

07/08/2019
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As trapalhadas de início de mandato, associadas às polêmicas declarações quase que diárias do presidente Jair Bolsonaro, não abalaram um milímetro sequer a confiança dos bolsonaristas no sucesso do governo do capitão. Exemplo desta confiança é a carta enviada ontem a esta coluna pelo leitor Arthur Wideman. Confira: “Senhor jornalista, até dois anos, aqui no Recife, costumavam reunir-se no restaurante Sal e Brasa, poucas vezes por ano, três ou quatro pessoas, no máximo, que investiam na bolsa de valores. Sempre foram poucas as pessoas que entendem esse tipo de investimento. Já nas prévias das eleições presidenciais, quando Jair Bolsonaro decidiu se candidatar, notou-se um gradativo aumento desse grupo de interessados. À medida que as chances de Bolsonaro (centro direita) foi se consolidando, o grupo também foi aumentando, a bolsa subindo, e aí é onde a luz acende. Só deu luz verde. O grupo, em apenas seis meses, cresceu 1000%. São pessoas de todos os credos, profissões, idades, etc. Nessas reuniões, embora não seja o assunto principal, a política não deixa de ser comentada. O apoio ao novo governo não é unânime, porém numa coisa todos concordam: aboliram a esquerda. Existe uma enorme mudança no país e os números da bolsa mostram isso. O atual governo tem total apoio de quem produz. Isto eu nunca tinha visto ao longo dos meus 50 anos. Há uma crença generalizada no sucesso do governo do presidente. Ajudar a dar certo, isso é o que falta a alguns setores da sociedade”. 

Avanço na educação

Devido à crise fiscal que aflige os estados, Pernambuco tem carências em muitas áreas, mas é prazeroso saber que a de educação continua avançando, segundo dados do Idepe divulgados ontem. E mais prazeroso ainda é saber que escolas de pequenas cidades do Pajeú como Triunfo, Quixaba, Tuparetama e Flores, figuram entre as melhores do Estado.

Um quadro promissor

O deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) está se revelando rapidamente a maior figura do Congresso pela sua capacidade de negociar com parlamentares da extrema esquerda à extrema direita. É um quadro político que deve ser preservado para a eventualidade de ser convocado em 2022 para concorrer à sucessão do presidente Jair Bolsonaro.

Gestão independente

Político que convive com Paulo Câmara disse ontem que não é intenção do governador demitir o presidente da Compesa, Roberto Tavares, apesar de ele ter-se afastado do Palácio. Declarou também que Tavares “sempre se sentiu muito independente” e por isso não aceita ser subordinado à secretária Fernanda Batista (Recursos Hídricos).

Peso insuportável

Por ser vinculada à área, a prefeita de Surubim, Ana Célia Farias (PSB), resolveu priorizar a área de saúde, mas está comendo o pão que o diabo amassou. Botou a UPA do município para funcionar e ela consume por mês R$ 600 mil, sendo que o governo estadual não dá um tostão e o governo federal apenas R$ 100 mil.

Vitória da responsabilidade

A aprovação da reforma previdenciária, em 2º turno, pela Câmara Federal, representa uma vitória dos parlamentares que têm consciência da importância desse tema para tirar o país da crise fiscal em que se encontra. Dos 124 que votaram contra, cerca de 20% o fizeram por convicção e o restante por oportunismo, demagogia e irresponsabilidade.

Gesto inesquecível

Parlamentares de vários partidos exaltaram ontem na Câmara Federal o gesto do presidente Rodrigo Maia (DEM-PE) de opor-se à transferência do ex-presidente Lula de Curitiba para São Paulo. Ela foi suspensa pelo STF (10 x 1) até que seja julgado pela Segunda Turma um pedido de habeas corpus em favor do ex-presidente.

Falsa acusação

O deputado Reinhold Stephanes Júnior (PDS-PR) chamou ontem Fernando Santa Cruz de “assaltante de banco”, ignorando por completo sua biografia. O pai do presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, que está desaparecido desde 1974, nunca atuou na luta armada. Stephanes foi chamado de “irresponsável” pelo colega Assis Carvalho (PT-PI).  

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