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O novo papel do Gestor de TI


Por: REDAÇÃO Portal

Sai de cena o gestor tradicional, que atua como suporte aos negócios, para entrar um gestor facilitador, responsável pelo desenvolvimento tecnológico do negócio

Sai de cena o gestor tradicional, que atua como suporte aos negócios, para entrar um gestor facilitador, responsável pelo desenvolvimento tecnológico do negócio

Foto: Dárcio Macedo Filho

12/05/2021
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Por Dárcio Macedo Filho*

A transformação digital e as rápidas mudanças que ela traz levam a Tecnologia da Informação a desempenhar papel central na gestão das empresas. Temos visto com muita frequência os modelos de negócios se tornaram dependentes de novas tecnologias para alcançar a boa performance e o crescimento. Nesse contexto, o papel do gerente de TI se transforma, ganhando destaque e relevância dentro das organizações.

Sai de cena o gestor tradicional, que atua como suporte aos negócios, para entrar um gestor facilitador, responsável pelo desenvolvimento tecnológico do negócio. Cabe a este profissional ser o responsável por colocar a tecnologia no centro da estratégia do negócio. Cabe a ele ainda contribuir com a digitalização dos processos e do modelo de ação das organizações, agregando inovação.

Por isso, é fundamental que este gestor busque soluções que o libere dos “afazeres” que não estão no centro dessa nova realidade, como, por exemplo, a tarefa de gerir infraestrutura física de TI. Quando ele opta por orientar a empresa a migrar seus dados para um Data Center profissional, ele ganha mais tempo para se dedicar a essas novas atribuições, tirando de suas costas a responsabilidade do trabalho técnico/operacional. Ele passa a ser um Gestor de inovação tecnológica.

Temos que lembrar que a entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) traz uma nova realidade para as corporações. É preciso dedicar esforços de proteção aos dados, algo que deve estar alinhado com as diretrizes de transformação digital e cibersegurança da companhia. 

A LGPD e os processos que envolvem dados pessoais de usuários exige que o gestor de TI esteja atento a isso.

Lembrando que as exigências para o manuseio de informações pessoais devem aumentar, tornando mais complexa a operação e estimulando a total transparência em todas as etapas.

Isso posto, fica claro que será de responsabilidade dos departamentos de TI reorganizar os procedimentos de segurança na coleta, armazenamento e tratamento dos dados.

 Processos como o privacy by design, por exemplo, devem ser incorporados na arquitetura e estruturação dos projetos, dando acesso à pessoa titular e possibilitando a liberdade de gerenciar a coleta e tratamentos de seus dados.

Desse modo, caberá à gestão de TI garantir a implementação desse sistema e incorporá-lo nas estruturas tecnológicas e no modelo de negócio da companhia.

Na nova realidade imposta pela LGPD, a empresa precisa mapear o tráfego das informações em seus processos internos, para ter percepção de risco relacionado à privacidade ou confidencialidade das informações, conhecendo em quais departamentos essas informações transitam e como são gerenciadas.

Neste cenário, os profissionais de TI precisam identificar onde e porque os dados são suportados e avaliar a necessidade ou não de adequação nos processos internos e regras de segurança. E será necessário ir mais além, implantando uma cultura no uso das informações a partir do momento em que se tem acessos a elas, implementando uma governança de processos.

É por isso que os Data Centers surgem como alternativa aliada a esses profissionais, que vão se aliviar de obrigações que podem perfeitamente ser assumidas, com total segurança, por essas empresas. E nós da Surfix Data Center estamos aqui para auxiliar os profissionais de TI nesta evolução de suas carreiras.

*Dárcio Macedo Filho é sócio e diretor Comercial da Surfix Data Center

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