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Economia

PIB de Pernambuco cresce 0,8% no primeiro trimestre de 2020


Por: REDAÇÃO Portal

Nos últimos 12 meses, a alta acumulada no estado chega a 1,8%, contra 0,9% do país.

Nos últimos 12 meses, a alta acumulada no estado chega a 1,8%, contra 0,9% do país.

Foto: O desempenho positivo do PIB pernambucano se deve à indústria/Foto: CNI

19/06/2020
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O PIB pernambucano teve um crescimento de 0,8% no primeiro trimestre de 2020 em relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto o do Brasil recuou 0,3%. Nos últimos 12 meses, a alta acumulada no estado chega a 1,8%, contra 0,9% do país.  A informações são da agência estadual Condepe/Fidem.

O desempenho positivo do PIB pernambucano se deve à indústria, que teve o maior crescimento dentre os grandes setores, com uma variação de 3,2%. O destaque foi a indústria da transformação, com aumento de 8%. A agropecuária teve alta de 0,4% e serviços, queda de -0,1%.

“Essa crescente vem em decorrência do bom desempenho que a produção industrial obteve nos primeiros meses do ano e mostra que, os efeitos do coronavírus sentidos em março, não foram suficientes para prejudicar o bom desempenho do PIB nos três primeiros meses do ano”, analisa Maurício Laranjeiras, gerente de Relações Industriais da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe).

De fato, os efeitos da pandemia do novo coronavírus ainda não puderem ser sentidos em sua plenitude nesta análise, já que só os últimos dias de março foram afetados pela quarentena.

Na contramão desses resultados, a construção civil apresentou um recuo significativo em relação ao mesmo período do ano anterior, com queda de 5,3%.

Dentre os setores que apresentaram crescimento na indústria da transformação, destacam-se a produção de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis (38,2%), produtos alimentícios (29,7%) e produtos de borracha e de material plástico (6,4%). Entre os que sofreram os maiores declínios, encontra-se outros equipamentos de transporte, exceto veículos automotores (-80,8%), veículos automotores, reboques e carrocerias (-8.2%) e metalurgia (-6,9%).

 

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