Escute ao Vivo
Início Site Página 243

Operação interestadual combate a comercialização de bebidas alcoólicas falsificadas em Pernambuco

0
Divulgação Polícia Civil
Divulgação Polícia Civil

Organizações envolvidas na fabricação e distribuição de bebidas alcoólicas falsificadas são alvo de uma nova etapa interestadual da Operação Poison Source Brasil, realizada pela Polícia Civil do Rio de Janeiro. A ação foi realizada nos estados de Pernambuco, Bahia, Goiás, Paraná, Rio de Janeiro e Santa Catarina.

Ao todo, 21 mandados de busca e apreensão estão sendo executados simultaneamente. De acordo com as investigações, o grupo criminoso atua em diferentes regiões do país e mantém conexões na cadeia de fornecimento de materiais utilizados para a falsificação das bebidas.

As apurações começaram em outubro, quando agentes da 1ª Delegacia de Investigações sobre Roubo e Furto de Veículos (Divecar) prenderam um dos principais fornecedores de garrafas usadas na adulteração dos produtos. A operação ainda está em andamento.

A iniciativa é coordenada pela 1ª Divecar, vinculada ao Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), e conta com o apoio do Deinter 8, além da colaboração das polícias civis da Bahia, Goiás, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro e Santa Catarina.

Inflação de outubro é a menor para o mês desde 1998, puxada pela queda na conta de luz

0
A imagem atual não possui texto alternativo. O nome do arquivo é: luz.jpg
Conta de Energia Elétrica. Foto: Arquivo/Agência Brasil

A inflação oficial do país desacelerou fortemente em outubro e ficou em 0,09%, o menor resultado para o mês desde 1998, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em setembro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) havia subido 0,48%. Com o resultado, o acumulado em 12 meses recuou para 4,68%, abaixo dos 5,17% registrados até setembro, mas ainda acima do teto da meta do governo, de 4,5%.

O principal fator para a desaceleração foi a redução de 2,39% na energia elétrica residencial, que impactou o índice em -0,1 ponto percentual. A queda é explicada pela mudança da bandeira tarifária vermelha patamar 2 para a patamar 1, que diminui a cobrança adicional na conta de luz. Segundo o IBGE, sem o recuo na energia, o IPCA de outubro teria ficado em 0,20%. Entre os grupos pesquisados, alimentação e bebidas tiveram leve variação de 0,01%, com destaque para a queda nos preços do arroz (-2,49%) e do leite longa vida (-1,88%).

Mesmo com o alívio no mês, a inflação segue acima da meta e mantém pressão sobre a política monetária. O Banco Central, diante desse cenário, continua com a taxa Selic em 15% ao ano, o maior nível desde 2006, para conter o avanço dos preços. A inflação de serviços, mais sensível aos juros, subiu 0,41% em outubro e acumula alta de 6,20% em 12 meses. Já os preços monitorados recuaram 0,16% no mês. De acordo com o boletim Focus, o mercado projeta que o IPCA encerre 2025 em 4,55%, com a Selic permanecendo no mesmo patamar.

Mulher é encontrada morta em apartamento no Recife; namorado uruguaio confessa o crime

0
Edifício Suape. Foto: Reprodução/Google Street View

Uma mulher de 46 anos foi encontrada morta dentro do apartamento onde morava, na Avenida Conde da Boa Vista, no Centro do Recife. A vítima foi identificada como Lorena de Araújo Duarte, e o principal suspeito do crime é o namorado dela, um uruguaio de 44 anos, que confessou o homicídio à Polícia Civil e foi preso em flagrante. O caso é investigado como feminicídio.

De acordo com o delegado Mário Melo, o estrangeiro foi abordado por policiais nas proximidades da Delegacia de Boa Viagem, na Zona Sul da capital, por volta das 5h. “Ele estava atônito, arranhado e contou que havia brigado com a namorada”, relatou o delegado. Com o endereço informado pelo suspeito, os agentes foram até o Edifício Suape, onde encontraram Lorena já sem vida dentro do imóvel. A polícia ainda não informou a causa da morte.

Segundo uma amiga da vítima, Andrea Cabral, informou a TV Globo que o relacionamento do casal era conturbado e marcado por ciúmes. “Ela tinha deixado ele, mas resolveu voltar. Ele era muito ciumento, mas nunca soube de agressões físicas, só verbais”, contou. Lorena morava com o namorado de aluguel e tinha uma filha de outro relacionamento. O casal se conheceu na Academia da Cidade, no Parque 13 de Maio, e, segundo a amiga, vivia uma relação intensa que terminou de forma trágica.

TJPE realiza mutirão para acelerar julgamentos de crimes raciais em Pernambuco

0
Prédio do TJPE.
A imagem atual não possui texto alternativo. O nome do arquivo é: 1_tjpe_685984_695540-795087.jpg
Prédio do TJPE. Foto: Divulgação/TJPE

Em alusão ao Mês da Consciência Negra, o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) deu início ao Mutirão Racial, uma iniciativa voltada à agilização de julgamentos de casos envolvendo crimes de racismo e injúria racial. A ação, que ocorre ao longo de todo o mês de novembro, integra um esforço nacional coordenado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para acelerar processos relacionados à temática racial e às comunidades quilombolas.

De acordo com o TJPE, a força-tarefa foi estruturada a partir de uma listagem de processos enviada pelo CNJ e tratada pela Governança de Dados do Tribunal, resultando na identificação de 15 ações prioritárias distribuídas em diferentes unidades judiciais. As varas responsáveis foram notificadas pela Presidência do TJPE para dar celeridade ao andamento e julgamento dos casos.

O presidente da Comissão de Equidade Racial e suas Interseccionalidades (CPJERI), desembargador Eudes dos Prazeres França, destacou que o mutirão reafirma o compromisso da Justiça pernambucana com a igualdade racial e a reparação histórica. Além do mutirão, o TJPE informou que promoverá ações educativas, publicação de enunciados temáticos e um Protocolo de Julgamento com Perspectiva Racial durante o mês, reforçando o combate ao racismo institucional e estrutural.

Polícia Civil de SP prende cinco suspeitos e cumpre mandados em seis estados por falsificação de bebidas alcoólicas

0
A imagem atual não possui texto alternativo. O nome do arquivo é: whatsapp-image-2025-11-11-at-110.jpg
Produtos apreendidos em Operação da Polícia Civil. Foto: Divulgação/DEIC

A Polícia Civil de São Paulo prendeu ao menos cinco pessoas durante uma nova fase da Operação Poison Source Brasil (“Fonte do Veneno”), que investiga uma rede criminosa responsável pela produção e comercialização de bebidas alcoólicas falsificadas. A ação, coordenada pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), cumpre 21 mandados de busca e apreensão em seis estados: Goiás, Rio de Janeiro, Paraná, Pernambuco, Santa Catarina e Bahia.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, a operação ocorre de forma simultânea e coordenada com as forças de segurança locais. Em depósitos localizados em Nova Iguaçu (RJ) e Goiânia (GO), os policiais encontraram garrafas e materiais utilizados para abastecer os fornecedores de bebidas adulteradas. As investigações apontam que a estrutura da quadrilha começou a ser desvendada em outubro, após a prisão de Ilson de Sales do Amor Divino, apontado como um dos principais fornecedores de insumos para a falsificação.

O avanço da operação ocorre em meio a uma onda de intoxicações por metanol registrada em diversas regiões do país. Segundo dados do Ministério da Saúde, 104 notificações de suspeita de contaminação foram registradas até 31 de outubro, sendo 59 confirmadas e 45 ainda em investigação. Até o momento, 15 mortes foram confirmadas em decorrência da ingestão de bebidas adulteradas. A Polícia Civil segue com o mapeamento dos núcleos criminosos para interromper a circulação dos produtos ilegais.

Feira do Tapete e Artesanato em Lagoa do Carro, na Zona da Mata Norte, chega à 16º edição

0

A 16º edição da Feira do Tapete e Artesanato em Lagoa do Carro (FETALC) acontece entre os dias 28 e 30 de novembro no município, na Zona da Mata Norte de Pernambuco. A programação inclui exposição, venda de tapetes, oficinas, palestras, atividades literárias, espaço infantil e diversas atrações culturais.

Para a artesã Edilene Costa, de 60 anos, a tapeçaria é essencial para o reconhecimento da cidade, que é reconhecida nacionalmente como “Terra do Tapete”. “Essa arte é passada de geração para geração. Eu, por exemplo, eu dou oficinas nas escolas porque são dos pequenininhos que a gente vai fazer com que a cidade da gente não caia no esquecimento”, explicou.

A arte da tapeçaria chegou a Lagoa do Carro em 1975, trazida pela artesã Terezinha Lira. Desde então, a técnica se consolidou com uma das principais expressões culturais e econômicas do município e carrega um legado geracional, como conta a também artesã Eliane Santos, de 65 anos. “Desde bem novinha cedo que eu comecei a abordar, vendi com minha mãe. Hoje ela não tá mais aqui, né? Mas deixou o legado para nós.  Toda a família, as filhas, as netas, todas bordam”, relatou.

Simplex: Marília e Humberto estão tecnicamente empatados na disputa pelo Senado

0
Foto: Reprodução/Solidariedade/Redes Sociais

A pesquisa Simplex para o Senado mostra a ex-deputada federal Marília Arraes (SD) e o senador Humberto Costa (PT) à frente na disputa, há menos de um ano das eleições de 2026. No entanto, os dois estão tecnicamente empatados, dentro da margem de erro de quatro pontos percentuais.

Respectivamente, Marília e Humberto têm 23,7% e 20,3% das intenções de voto. Em seguida aparecem o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho (UB), com 12,5%; o ex-ministro Gilson Machado (PL), com 9,5%; o ex-prefeito de Jaboatão dos Guararapes Anderson Ferreira (PL), com 6,5%; o ex-senador Armando Monteiro (Podemos), com 4,9%; o deputado federal Eduardo da Fonte (PP), com 4,7%; o senador Fernando Dueire (MDB), com 2,8%; e o ministro Silvio Costa Filho (Republicanos), com 2,4%.

Brancos e nulos somaram 10,1%, enquanto 2,6% dos entrevistados não souberam ou não responderam.

Considerando apenas os votos válidos — modelo usado pela Justiça Eleitoral para definir o resultado das urnas —, Marília Arraes (SD) aparece na liderança com 27,1%, seguida de Humberto Costa (PT), com 23,3%; Miguel Coelho (UB), com 14,3%; Gilson Machado (PL), com 10,9%; Anderson Ferreira (PL), com 7,4%; Armando Monteiro (Podemos), com 5,6%; Eduardo da Fonte (PP), com 5,4%; Fernando Dueire (MDB), com 3,2%; e Silvio Costa Filho (Republicanos), com 2,8%.

A Simplex ouviu 600 pessoas em 121 municípios pernambucanos, por telefone, no último sábado (4 de outubro). O levantamento tem margem de erro de quatro pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

Uma em cada seis crianças de até 6 anos foi vítima de racismo no país

0
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

Por Agência Brasil

Uma em cada seis crianças de até 6 anos de idade foi vítima de racismo no Brasil. As creches e pré-escolas são os locais onde ocorreu a maior parte desses crimes. Os dados são do Panorama da Primeira Infância: o impacto do racismo, pesquisa nacional encomendada ao Datafolha pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal – organização da sociedade civil que trabalha pela causa da primeira infância -, divulgada nesta segunda-feira (6).

A pesquisa ouviu 2.206 pessoas, sendo 822 responsáveis pelo cuidado de bebês e crianças de 0 a 6 anos. Os dados foram coletados em abril deste ano, por meio de entrevistas presenciais realizadas em pontos de grande fluxo populacional.

Os dados coletados mostram que 16% dos responsáveis por crianças de até 6 anos afirmam que elas já sofreram discriminação racial. A discriminação é maior quando os responsáveis são também pessoas de pele preta ou parda. Entre elas, esse índice chega a 19%, enquanto entre crianças com responsáveis de pele branca a porcentagem é 10%.

Separados por idade, 10% dos cuidadores de crianças de até 3 anos de idade afirmam que os bebês e crianças sofreram racismo e 21% daqueles com crianças de idade entre 4 e 6 anos relatam que elas foram vítimas desse crime.

Onde ocorreram os casos

A pesquisa revela ainda que creches e pré-escolas foram os ambientes mais citados como locais onde crianças já sofreram discriminação racial – 54% dos cuidadores afirmam que as crianças vivenciaram situações desse tipo em unidades de educação infantil, sendo 61% na pré-escola e 38% nas creches.

Pouco menos da metade dos entrevistados, 42%, afirmam que o crime ocorreu em espaços públicos, como na rua, praça ou parquinho; cerca de 20% dizem que ocorreu no bairro, na comunidade, no condomínio ou vizinhança; e 16% contam que ocorreu na família. Espaços privados, como shopping, comércio e clube, aparecem entre os locais citados por 14% dos entrevistados, seguidos por serviços de saúde ou assistenciais (6%) e por igrejas, templos e espaços de culto (3%).

Segundo a CEO da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, a escola é o primeiro espaço de socialização da criança, é onde ela passa grande parte do tempo é que deveria ser de proteção.

“É um espaço social que, pelas nossas peças legislativas, deveria ser um dever nosso, da sociedade, que a escola seja um espaço de proteção e de desenvolvimento. É muito crítico a gente combater o racismo desde o berço, desde uma mulher grávida, na verdade, para que ela não sofra racismo na gravidez. Agora, com o bebê, com uma criança pequena, é ainda mais contundente a necessidade de combate ao racismo estrutural, para que ele não aconteça nunca, mas sobretudo nessa fase da vida que é onde o maior pico de desenvolvimento está acontecendo”, diz.

Quando perguntados sobre como percebem o racismo praticado contra bebês e crianças, a maior parte dos responsáveis entrevistados (63%) acredita que pessoas pretas e pardas são tratadas de forma diferente por causa da cor da pele, do tipo de cabelo e de outras características físicas. Outros 22% acreditam que, embora exista racismo, é raro que crianças na primeira infância, ou seja, com idade até 6 anos, sejam vítimas desse crime. Na outra ponta, 10% acreditam que a sociedade brasileira praticamente não é racista e 5% desconhecem o assunto.

“O primeiro passo em qualquer grande desafio é a gente reconhecer que é uma sociedade racista e combater isso com veemência”, diz Mariana Luz. Segundo ela, as escolas devem ter protocolos para lidar com essas situações, que incluam a formalização das denúncias e a formação de todos os profissionais que atuam na instituição.

“Para todo mundo saber o que fazer, cada escola, primeiro, tem que qualificar o corpo dos professores, dos diretores, dos supervisores, dos auxiliares, de toda essa rede que lida no dia a dia com as crianças. Também a gestão, desde a secretaria municipal de Educação, à estadual, até o Ministério da Educação. Precisa ser um conjunto grande de todo mundo atuando nessa mesma direção”, acrescenta.

Impactos do racismo

O estudo mostra que o racismo sofrido por bebês e crianças tem impacto no desenvolvimento delas. “O racismo é um dos fatores que compõem as chamadas experiências adversas na infância, vivências que expõem a criança ao estresse tóxico, que interferem em sua saúde física e socioemocional e no seu desenvolvimento integral”, afirma o texto.

Segundo a pesquisa, creches e pré-escolas são os espaços de maior oportunidade de prevenção e proteção contra a discriminação. Para isso, é fundamental que a educação infantil conte com profissionais preparados e materiais adequados para a educação das relações étnico-raciais.

“É dever de toda a sociedade reconhecer e combater o racismo e promover uma educação antirracista desde cedo, como determina a Lei nº 10.639/2003, garantindo proteção às crianças na primeira infância contra qualquer forma de discriminação e violência”, diz o estudo.

A Lei 10.639/2003 estabelece que os conteúdos referentes à história e cultura afro-brasileira sejam ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, ou seja, em todas as etapas de ensino, da educação infantil ao ensino médio. A lei, no entanto, não é cumprida. Uma pesquisa divulgada em 2023 mostra que sete em cada dez secretarias municipais de Educação não realizaram nenhuma ação ou poucas ações para implementação do ensino da história e da cultura afro-brasileira nas escolas.

Mariana Luz complementa que os dados revelam a importância de uma educação antirracista desde a primeira infância, tanto para proteger as crianças negras e indígenas, quanto para educar as crianças brancas desde pequenas.

“O fato de a primeira infância ser a maior fase de desenvolvimento, também precisa ser um momento inicial de combate ao racismo e de proteção dessas crianças, mas também de educação de crianças brancas e do corpo docente, de todo o corpo de professores, para que a gente consiga combater o racismo estrutural”.

Racismo é crime

De acordo com a Lei nº 7.716/1989, racismo é crime no Brasil. A lei regulamenta trecho da Constituição Federal que tornou o racismo inafiançável e imprescritível.

A Lei nº 14.532, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro de 2023, aumenta a pena para a injúria relacionada à raça, cor, etnia ou procedência nacional. Com a norma, quem proferir ofensas que desrespeitem alguém, seu decoro, sua honra, seus bens ou sua vida poderá ser punido com reclusão de 2 a 5 anos. A pena poderá ser dobrada se o crime for cometido por duas ou mais pessoas.

As vítimas de racismo devem registrar boletim de ocorrência na Polícia Civil. É importante tomar nota da situação, citar testemunhas que também possam identificar o agressor. Em caso de agressão física, a vítima precisa fazer exame de corpo de delito logo após a denúncia e não deve limpar os machucados, nem trocar de roupa – essas evidências podem servir como provas da agressão.

Simplex: João Campos tem 43,6%, Raquel Lyra 29,3%; confira

0
Foto: Reprodução

Por Blog do Elielson

Pesquisa Simplex divulgada nesta segunda (06), a um ano da eleição, revela que João Campos (PSB) tem 43,6% das intenções de votos na disputa pelo Governo de Pernambuco. A governadora Raquel Lyra (PSD), aparece com 29,3%. Além de Campos e Raquel, a pesquisa testou os nomes de Eduardo Moura (5,0%) e Ivan Moraes (2,3%). Brancos e nulos somaram 13,3%, e 6,5% dos entrevistados não souberam ou não responderam.  A pesquisa foi feita no sábado (04) e tem margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos. Ouviu 1066 eleitores em 134 cidades pernambucanas por telefone. O nível de confiança é de 95%.

Votos Válidos

Considerando apenas os votos válidos — modelo usado pela Justiça Eleitoral para definir o resultado das urnas —, João Campos aparece com 54,4%, e Raquel Lyra, com 36,5%. Eduardo Moura e Ivan Moraes têm 6,2% e 2,9%, respectivamente.

Confronto Direto

Em um cenário simulado de confronto direto entre João Campos e Raquel Lyra, o socialista teria 49% dos votos válidos, contra 32,4% da governadora. Branco e Nulo, 10,8%. Indecisos 7,8%.