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Cultura

Longevidade no Cotidiano - A Arte de Envelhecer Bem por Mariza Tavares

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Por: Sandra Bittencourt

Obra chama atenção para a necessidade de se reinventar a velhice

Obra chama atenção para a necessidade de se reinventar a velhice
01/10/2020
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Dia Nacional do Idoso e Dia Internacional da Terceira Idade. Vamos lembrar que a expectativa de vida do brasileiro hoje é de 75,5 anos - 30 a mais do que na década de 1940. Considerando que em poucos anos o Brasil terá uma pirâmide etária invertida, há uma mudança de modelo mental que deve ser estabelecida — e rápido. O Brasil será o sexto país no número de pessoas idosas até 2025, quando deve alcançar a marca de 32 milhões com mais de 60 anos. E vale dizer, idosos mais lúcidos, com mais independência, maior possibilidade de realizar planos e disposição para consumo de bens e serviços, conforme nos atesta a autora Mariza Tavares no livro ‘’ Longevidade no cotidiano – a arte de envelhecer bem ‘’, via Ed. Contexto.

Escritora e jornalista, Mariza Tavares dedica-se ao assunto há pelo menos quatro anos, por conta de seu blog, ‘Longevidade modo de usar ‘, hospedado no G1, em que aborda questões sobre saúde, bem-estar, dinheiro, sexo e a importância de manter as faculdades mentais em dia. O livro segue o perfil do blog e amplia as questões ligadas ao envelhecimento com um diferencial – jogando pra cima a temporada da terceira idade. A geração que está na casa dos 50, 60 e até 70 anos se sente cheia de vitalidade e energia, e está envelhecendo mais e melhor que seus pais e avós. A visão meramente cronológica, isto é, da data em que nascemos, vai sendo substituída pela biológica: se estamos bem fisicamente e afiados intelectualmente, ainda há muita lenha para queimar nos próximos anos.

No livro, Mariza Tavares apresenta diversos aspectos do cotidiano que fazem parte desses desafios.  Da necessidade da atividade física, ao risco de a solidão se transformar em depressão. Da convivência com os filhos adultos e netos à questão dos abusos. Da importância da educação financeira, ao planejamento de uma pós-carreira incluindo aí o potencial da economia da longevidade.

A autora lembra ainda que estamos diante da revolução da longevidade e a sociedade não se deu conta da extensão dessa mudança. A velhice terá que ser reinventada por quem está chegando lá: uma geração que derrubou dogmas,  é dona do próprio nariz e que não está nem um pouco disposta a ter um papel secundário no cenário mundial.  Ótima leitura. 

Para conferir o comentário completo acesse OUVIR.

 

 

 

 

 

 

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