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Cultura

Orquestra Afrosinfônica ornamenta segundo disco com sonoridade requintada

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Por: Sandra Bittencourt

Música de raiz africana alinhada ao jazz, erudito, MPB e afro-baiano

Música de raiz africana alinhada ao jazz, erudito, MPB e afro-baiano
23/11/2020
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Orquestra Afrosinfônica impressionou desde o primeiro álbum, Branco, lançado há seis anos, com um trabalho de pesquisa produndo pautado na ancestralidade musical africana.  Agora, chega ao mercado Orín – A língua dos anjos - um trabalho de sonoridade requintada - base da música clássica de raiz africana misturada  ao erudito,  jazz, MPB e até o afro-baiano.

O disco Orín ( canção, na língua iorubá), foi produzido por André Magalhães junto com o maestro Ubiratan Marques - criador da Orquestra - que, inclusive, além de reger toca piano acústico em todas as faixas e assina os arranjos. A sonoridade densa e de estética singular é decorrente do trabalho de 22 talentosos músicos que tocam percussão, madeiras, metais, cordas e , de quebra, vozes femininas. 

Seis faixas são inéditas e compostas por Ubiratan Marques junto com o maestro Mateus Aleluia. Ouvimos ainda canções com o angolano Dodo Miranda e os baianos Gerônimo, Lazzo Matumbi  e Baiana System. Algumas em português e outras nas línguas iorubá e lingala ( esta da região dos Grandes Lagos na República Democrática do Congo ). Temas que falam dos deuses e anjos africanos e também relatam situações da vida, súplicas às forças divinas para que intervenham nas situações. A arte da capa é do artista  Vik Muniz, lançamento do selo Máquina de Louco do BaianaSystem.  Orin está disponível nas plataformas digitais. 

Para conferir o comentário completo acesse OUVIR.

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