O Cinema São Luiz, histórico equipamento cultural de Pernambuco, voltou a ter uma programação permanente, de quarta a domingo. O espaço, localizado na Rua da Aurora, no bairro da Boa Vista, reabriu em 2024 após mais de dois anos fechado para obras de recuperação estrutural – e desde então, funcionava em horário reduzido. Antes desse período, as sessões ocorriam a partir da terça-feira.
Os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Na primeira semana com a ampliação do horário, os amantes de cinema podem prestigiar produções nacionais e internacionais, além de debates, filmes inéditos e sessões gratuitas. A abertura, nesta quarta-feira (8), ocorreu com a exibição do documentário “Buenos Aires”, dirigido por Tuca Siqueira.
Confira as outras sessões neste fim de semana
Sexta-feira (10), às 18h: “A Sombra do Meu Pai” (direção de Akinola Davies Jr., drama, 1h33)
Sábado (11), às 14h: “Vicente na Cidade Fantasma” (direção de Flávio Carnielli, terror, 1h48)
Sábado (11), às 16h: Mostra Panoramas do Horror no Nordeste com debate
Sábado (11), às 18h: “Papagaios” (direção de Douglas Soares, suspense, 1h30)
Domingo (12), às 14h: “A Idade da Terra” (direção de Glauber Rocha, drama, 2h40)
Domingo (12), às 17h: “Texas Hotel” e “A Febre do Rato” (direção de Claudio Assis)
Domingo (12), às 19h30:”Quinze Dias” (direção de Daniel Lieff, romance, 1h40)
CENA
Além da ampliação da programação, o Cinema São Luiz agora também conta com um novo espaço: o Centro de Referência do Audiovisual Pernambucano (CENA), no segundo andar do edifício. O CENA conta com uma mostra permanente, com fotografias, filmes, discos, partituras, cordéis e reportagens televisivas, entre outros materiais que ajudam a compreender melhor sobre a produção audiovisual no estado. O equipamento funciona de terça a sexta, das 10h às 17h, e aos sábados, das 13h às 17h.
O acervo é parte do Museu da Imagem e Som (Mispe), com registros da TV Universitária, partituras do maestro Nelson Ferreira, além de obras raras da televisão e do cinema pernambucano. Por meio de agendamento, pesquisadores também podem ter acesso a arquivos relacionados a nomes como João Cabral de Melo Neto e Cícero Dias, digitalizados pelo Mispe.






