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IBGE - Com deflação de 0,09% em outubro, Grande Recife tem segundo menor IPCA do país

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Por: REDAÇÃO Portal

A Região Metropolitana do Recife não registrava inflação negativa desde setembro de 2022.

A Região Metropolitana do Recife não registrava inflação negativa desde setembro de 2022.

Foto: Reprodução / G1

10/11/2023
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A Região Metropolitana do Recife (RMR) registrou deflação de 0,09% em outubro, segundo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta sexta (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse índice é o segundo mais baixo do país, à frente apenas de São Luís, com -0,23%. O Grande Recife não registrava inflação negativa desde setembro de 2022. Alimentação e transportes foram os dois segmentos que mais influenciaram o resultado.

Alimentação no domicílio teve uma redução de 0,93%, enquanto alimentação fora do domicílio aumentou 0,5%. Apesar do impacto do aumento nas passagens aéreas, o grupo de transportes também apresentou deflação, resultante da queda de 3,55% no preço da gasolina. No acumulado de janeiro a outubro, a RMR teve a quarta menor inflação do país, 3,26%, inferior à média nacional de 3,75%. Nos últimos 12 meses, a variação acumulada foi a quinta menor, 4,57%, comparada à inflação brasileira de 4,82%.

Dos nove grupos pesquisados pelo IPCA em outubro, cinco tiveram inflação e quatro apresentaram deflação no Grande Recife. Despesas pessoais liderou com 0,54%, seguida por Vestuário (0,50%), Habitação (0,33%), Artigos de residência (0,13%) e Educação (0,04%). As áreas com deflação foram Alimentação e bebidas (-0,54%), Transportes (-0,38%), Comunicação (-0,32%) e Saúde e cuidados pessoais (-0,05%). No acumulado do ano, Alimentação e bebidas, significativas no orçamento familiar, também tiveram inflação negativa (-0,64%). Entre os itens que mais subiram, destacam-se passagens aéreas (28,97%), melão (15,51%), cigarro (5,84%), ar-condicionado (3,95%) e sapatos infantis (3,74%). Por outro lado, os cinco produtos com maior queda são todos de alimentos e bebidas: cenoura (-10%), tomate (-8,58%), fígado (-8,31%), banana-prata (-6,83%) e feijão-carioca (-6,38%).

Ouça a nota da repórter Clara dos Anjos clicando no play acima.

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