A pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (28) mostra que a aprovação do governo Raquel Lyra (PSD), em julho, é de 68%. Em abril, quando o instituto fez o último levantamento no estado, o índice era de 62%. Comparando os dois meses, a desaprovação caiu de 35% para 23%. Não souberam ou não responderam 9% (+ 6 p.p.).
Quanto à avaliação, 45% dos entrevistados classificam o governo Raquel Lyra (PSD) como positivo (eram 36% em abril). Os que entendem como regular são 36% (eram 43%), contra 15% que apontam como negativo (eram 18%). Os que não souberam ou não responderam chegam a 4% (+ 1 p.p.).
Reeleição
Comparando os meses de abril e julho, permanecem em 57% aqueles eleitores que entendem que a governadora Raquel Lyra (PSD) merece ser reeleita, assim como também se mantém a porcentagem dos que são contrários à reeleição: 36%. Não souberam ou não responderam 7%. Do ponto de vista do posicionamento político, a reeleição é apoiada pelos seguintes eleitorados: bolsonarista, direita não bolsonarista, independente e a esquerda não lulista. Apenas a esquerda lulista é contrária à reeleição.
Mudança na gestão e alianças
Para 41% dos entrevistados, o próximo governador de Pernambuco deve mudar apenas o que não está bom. Para 32%, é preciso continuar o trabalho que vem sendo feito, já 24% indicam que se deve mudar totalmente. Sobre a aliança entre governadores e presidentes, 47% apontam que gostariam que o próximo governador fosse aliado de Lula. 34% dizem preferir que o governador se mantenha independente, enquanto que 14% preferem que o gestor estadual seja aliado de Bolsonaro.
Avaliação por área
Quanto à avaliação, as áreas mais bem observadas pelo eleitorado pernambucano são Educação (57%), atração de empresas (55%), habitação (47%), emprego e renda (44%) e infraestrutura e mobilidade (39%). Na outra ponta, saúde e segurança pública (29%) são as áreas com avaliação mais negativa, 29%, seguidas de políticas sociais (25%) e transporte público (24%).
Registro
Em Pernambuco, o levantamento contratado pela Genial Investimentos ouviu 900 eleitores, de 16 anos ou mais, entre 22 e 26 de julho, por meio de entrevistas presenciais com questionários estruturados. O nível de confiança é de 95% e a margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números BR-03810/2026 e PE-09649/2026.






