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Mulher investigada por morte de PM em Boa Viagem se joga do 4º andar ao receber ordem de prisão

Helen Kelly de Lima Pedrosa, investigada pelo envenenamento do cabo Silva Junior, sobreviveu à queda e está sob custódia médica no Recife

Por: Redação CBN

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Uma operação da Polícia Civil de Pernambuco terminou de forma dramática no bairro de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife. Durante o cumprimento de um mandado de prisão preventiva e de busca e apreensão contra Helen Kelly de Lima Pedrosa, de 45 anos, a investigada se atirou da janela do 4º andar do edifício onde mora. Helen Kelly é suspeita nas investigações sobre o homicídio do cabo da PM José Maria Alexandre da Silva Junior, de 40 anos, ocorrido em 11 de junho de 2026. O policial faleceu após passar mal dentro do apartamento da ex-companheira, que possuía medida protetiva contra o militar. 

Agentes da 3ª Delegacia de Polícia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DPHPP) foram ao apartamento para executar a ordem expedida pela 2ª Vara do Tribunal do Júri da Capital. Ao ser informada sobre a prisão, Helen Kelly pediu permissão aos policiais para ir a um dos cômodos trocar de roupa antes de ser conduzida para a delegacia, quando se lançou pela janela, caindo sobre um veículo que estava estacionado no térreo.

A mulher foi socorrida por equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levada ao Hospital da Restauração. Apesar do impacto e da gravidade do acidente, as informações preliminares apontam que seu estado de saúde é estável e sem risco imediato de morte.

A morte do policial militar é investigada como envenenamento. À época, Helen declarou ter percebido uma troca de copos em que ambos consumiriam energético. Segundo o relato, ela desfez a troca e, momentos depois, o PM começou a ter convulsões e morreu no local.

A Polícia Civil de Pernambuco confirmou a execução do mandado judicial e informou que a investigada tentou tirar a própria vida no ato da abordagem. Ela permanece internada sob vigilância policial, e as medidas cabíveis do processo criminal serão tomadas assim que houver liberação médica.

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Acervo CBN

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